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Jovem demais, velha demais: a urgência de viver
Hoje acordei me sentindo estranha. Talvez seja essa urgência de viver que apareceu aqui dentro. Não sei dizer se é a chuva, o outono ou o sonho que tive… Voltei 30 anos. Lembrei de quando eu tinha 15 e conheci “o amor da minha vida”. Tudo era intenso. Sentir era intenso. Era tudo ou nada. Amor ou ódio. Viver… ou morrer de amor. Naquela época, envelhecer parecia uma coisa distante. Quase impossível. Mas o sonho me trouxe de volta pro agora de um jeito brusco. Como um atrope

Thaisa Lima
15 de abr.1 min de leitura


O Sistema e a Dor Invisível: quando a sociedade normaliza o preconceito
A crônica O Sistema e a Dor Invisível , de Mércia Souza, traz uma reflexão profunda sobre racismo, misoginia e a desumanização provocada por preconceitos normalizados na sociedade. A dor invisível aparece de muitas formas. Aguardo na fila de atendimento para refazer minha senha bancária. O que deveria demorar apenas cinco ou dez minutos já passa dos quarenta - problemas no sistema. A espera me faz lembrar de um grande e querido amigo que partiu cedo demais, aos quarenta anos

Mércia Souza
14 de abr.3 min de leitura


Memórias da infância: o que nossa história ensina sobre quem somos
As memórias da infância sempre me fazem refletir sobre quem me tornei. Sou muito disciplinada em quase todas as áreas, minha única dificuldade são os longos vídeos na internet, não sou dessa era digital e embora eu conviva muito bem com ela considero que tudo tem um limite. Portanto, sou aquela pessoa que cumpre rigorosamente os prazos e odeia atrasos. Embora muito focada no trabalho adoro me divertir e considero eu que, atualmente tenho uma ótima relação trabalho, lazer e d

Mércia Souza
27 de mar.2 min de leitura


Quem sou eu além dos papéis que vivo?
Através da minha escrita vocês puderam conhecer um pouco, muito pouco mesmo, da luta das mulheres que passaram e ainda passam pela minha vida. Mas houve uma pergunta que mudou a forma como eu me enxergava: quem sou eu além dos papéis que vivo? Isso não significa, no entanto, que eu não reconheça a importância dos homens que fizeram e fazem parte dela. Claro, sendo eu uma mulher sabemos que o peso é outro. Passei grande parte da minha vida sob as ordens masculinas, meu pai e,

Mércia Souza
12 de mar.3 min de leitura
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